GRESOPIO E A SUA DEUSA DIVINA – PARTE 2

Depois de algumas poses dos pés de Deusa Divina que deixaram Gresopio louco, ele sai do carro para apanhar ar e fumar um cigarro.
Deusa divina acompanha-o e fuma também um cigarro.
Quando Deusa divina acaba de fumar o cigarro, volta a senta-se no carro, mas desta vez no lugar de Gresopio. 
Depois de sentada, Deusa Divina provoca Gresopio, colocando-se no carro, com os seus pés descalços e uma pose sensual, dando-lhe piropos e sugestões que põe Gresopio verdadeiramente louco. 
Quando Gresopio termina o seu cigarro, Deusa Divina regressa ao lugar de pendura do carro e Gresopio senta-se novamente no lugar do condutor.
Os dois prosseguiram a conversa.
A determinada altura, Deusa Divina coloca um dos seus pés junto do rosto de Gresopio.
Ela sorri de novo e pergunta a Gresopio:
-Ouvi dizer que existem pessoas que gostam de beijar pés.
- Será que tu gostavas de beijar os meus pés?
- É isso? 
Ele surpreendido e mediante tal pergunta, responde-lhe afirmativamente e encara a pergunta, da sua Deusa Divina, como um autentico convite. 
Gresopio começa a adorar os pezinhos da Deusa Divina, começando por lamber cada um dos seus dedinhos. 
A sua língua húmida lambia cada um dos seus dedos e passeava em cada um dos intervalos dos mesmos, de forma calma, fazendo movimentos circulares na cabeça de cada dedinho.
De seguida, Gresopio chupa calmamente e com imensa ternura cada um dos dedinhos de Deusa Divina. 
Deusa Divina viu e sentiu a que delicadeza e carinho com que Gresopio lhe segurava  e adorava-lhe o pé.
De seguida ela continuou a sentir cada chupadela carinhosa, nos seus dedos.
O quente da sua boca dava-lhe uma sensação agradável ao qual ela nunca imaginara que pudesse vir a sentir.
A referida sensação era algo que Deusa Divina nunca tinha sentido ou experimentado, em alguma altura nos seus pés.
Gresopio chupava entusiasticamente cada um dos seus lindos dedinhos, enquanto acariciava carinhosamente os seus fabulosos pés.
Mas Gresopio não se ficava somente pelos dedos dos lindos pezinhos de Deusa Divina.Após ele terminar a adoração aos dedos passaria a adorar as suas solinhas, inresistiveis.
Gresopio ao passar a sua língua húmida na curva de Deusa Divina, esta sentia um arrepio e ao mesmo tempo um prazer diferente.
Era como se ela estivesse a sentir a realização de uma massagem muito gostosa e relaxante.
Por vezes ela gemia baixinho, fazendo:
- Hummm!
Estando a gostar e sentindo todo o percurso por onde a língua de Gresopio passava na sua curva e na sola, dos seus pés, Deusa Divina ia desfrutando daquela que para si era uma nova e maravilhosa experiência.
Gresopio adorava estar a lamber as solinhas enrugadas de Deusa Divina, mas faltava a outra zona dos pés da sua preferência.
Gresopio passaria de imediato para o calcanhar da sua Deusa Divina.
Cada vez que Deusa Divina sentia uma dentadinha no seu calcanhar, ela mexia-se como que tentando desviar o seu pé.
Mas ao mesmo tempo ela estava gostar tanto, daquele momento único, que ali estava a viver e a sentir.
No mesmo momento que ela parecia querer desviar o seu pezinho, parecia também que desejava continuar com o pé naquele local.
No final da adoração aos seus pés, Deusa Divina olha para Gresopio e disse-lhe, sorrindo:
- Obrigada. 
- Gostei muito deste momento.
- Quando quiseres podes repetir.
Gresopio sorriu-lhe e disse-lhe:
- Eu também adorei beijar-te os pés e gostava de te fazer um convite.
O casal de amigos falam sobre o convite de Gresopio...
E a sua amiga aceita o seu convite, com uma condição.
A condição de Deusa Divina era que Gresopio a pudesse levar ao centro, porque ela gostaria de pintar o cabelo, para aceitar o convite de Gresopio.
Gresopio levou-a a um cabeleireiro e deusa Divina pediu ao seu amigo para escolher uma cor, para ela pintar no cabelo.
Gresopio olhou para ela e escolheu o loiro.