GRESOPIO E A SUA DEUSA DIVINA – PARTE 1

Numa tarde quente de Junho de 1986, Gresopio convida uma amiga para passear. 
Os dois resolvem ir passear até á zona de Cascais. 
Gresopio gostava de tudo nesta sua amiga. 
A esta sua amiga, Gresopio prefere chamar-lhe de Deusa Divina. 
O passeio iniciou-se de carro e a um determinado momento Deusa Divina coloca um dos seus pés calçados em cima do tablie do carro.
E depois o outro. 
Gresopio desvia o trajecto e pára o carro, num local distante do centro.
Gresopio observa-os e confessa a sua amiga de que considera os seus pés muito bonitos. 
Ela sorri e diz: 
- Obrigada pelo elogio.
Deusa Divina começava a corar e a ficar um pouco sem jeito.
Para Gresopio os pés de Deusa Divina eram realmente bastante bonitos e com uma beleza única, pois eles continham tudo o que Gresopio gosta num pé.
Além das fabulosas e elegantes pernas, Gresopio não deixava de admirar os pés da sua Deusa Divina. 
Pois na verdade, eram eles que chamavam verdadeiramente á sua atenção.
A seguir Deusa Divina pousa os seus pés, deixando Gresopio verdadeiramente louco de tesão. 
Deusa Divina descalça-se e resolve brincar com os seus pés, na alavanca das mudanças do automóvel ali parado.
Bem perto de Gresopio.
Nos pés de Deusa Divina, Gresopio imaginava um dia poder vir a adorar, lamber, acariciar e mordiscar seus calcanhares carnudos.
Para Gresopio os calcanhares de Deusa Divina transmitiam uma profunda sensualidade única, que suscitavam muitos e muitos desejos. 
Eles eram de forma arredondada, carnudos, lisos bastante sensuais.
Na opinião de Gresopio os calcanhares de Deusa Divina deveriam ser deliciosos e conter um sabor único, provocando vários prazeres ímpares. 
As formas dos calcanhares de Deusa Divina variavam, sendo sempre extremamente sensuais e belos, para o seu amigo Gresopio. 
Para mostrar outra faceta dos seus pés, Deusa Divina resolve mudar o posto de sintonia do radio existente no carro de Gresopio, com o dedão do seu pé direito.
Assim ela não mostrava só a habilidade dos seus charmosos pezinhos, como também evidenciava a elevada acentuação da curva dos seus pés.
Gresopio adorava tudo o que via, naqueles fabulosos pezinhos.
Uma curvinha bastante acentuada, certinha, acompanhava e aperfeiçoava, ainda mais toda a elegância dos seus pés.
Ele ia espalhando elogios há medida que os ponteiros do relógio, circulavam.
Deusa Divina continuava corada com tantos elogios de Gresopio aos seus pés.
Por vezes tentava perder a vergonha, mas no próximo elogio de Gresopio, ela voltava a corar.
Deusa Divina pensava que sensações ou sentimentos poderiam transmitir uns simples pés.
Numa certa altura, Gresopio diz a Deusa Divina:
- Lindos! São realmente encantadores!
Deusa Divina parecia perder a vergonha e responde a Gresopio.
- Espera! Deixa-me fazer uma coisa, para tu veres.
Deusa Divina colocava o volante do automóvel entre os seus pés.
Bem diante dos olhos de Gresopio.
Gresopio não admirava somente os pés de Deusa Divina, como também observava detalhadamente as formas dos seus dedos.
Os seus dedinhos eram uniformes e com uma elegância irresistível.
Os pés de Deusa Divina pareciam abraçar o volante do automóvel.
E Gresopio ansiava e desejava trocar de posição com o referido volante. 
Os pés de Deusa Divina pareciam ter a pele suave e macia. 
Á distancia que eles se encontravam, dava claramente para Gresopio perceber o quanto eles eram bem cheirosos e perfumados.
Os elogios de Gresopio continuavam e Deusa Divina começava a conformar-se com eles, convencendo-se que Gresopio estaria apenas a ser genuíno e sincero, em cada elogio feito aos seus pés.
Gresopio pede a Deusa Divina se poderia mostrar os seus pés do lado exterior e as suas solas.
A Deusa Divina atente prontamente ao pedido do seu amigo e coloca os dedos do seu pé esquerdo sobre o volante e o seu pé direito sobre o outro seu pé.
Assim Gresopio, sentado ao volante ficava com uma visão privilegiada, vendo o lado exterior do pé esquerdo, da sua amiga e toda a sola do seu pé direito.
O lado exterior dos pés de Deusa Divina era incrivelmente carnudo e as suas solas eram perfeitas. 
As solas de Deusa Divina eram efectivamente macias, bastante enrugadas, com uns calcanhares bem delineados e umas batatinhas fabulosas.
As batatinhas arredondadas das solinhas de Deusa Divina davam a Gresopio uma enorme vontade de lhes dar umas leves e carinhosas dentadinhas.
Diante de tanto desejo, Gresopio pediu a Deusa Divina para lhe mostrar, mais uma vez os seus pés, no geral.
Deusa Divina colocou o seu pé esquerdo em cima do centro do volante do automóvel e o seu pezinho direito em cima do tablie.
A visão era perfeita para Gresopio.
Agora ele via de uma só vez, todos os detalhes que teria visto no pedaço daquele inicio de tarde.
O conjunto dos detalhes era fabuloso e Gresopio não tinha duvidas...
Os pezinhos da sua Deusa Divina eram realmente fabulosos.
Mas a Gresopio faltava mais!
Agora depois de conhecer aqueles fabulosos pezinhos, o desejo de os adorar iria certamente consumi-lo e ele nunca teria a coragem de se atrever a propor tal momento á sua Deusa Divina.
Era altura de Gresopio acalmar os animos e por isso talvez estivesse na hora de fumar um cigarro.