O MEU INICIO COMO CRIADA DE QUARTOS - PARTE 1

Há muitos anos atrás, num final de manhã, eu fui a uma entrevista de trabalho.
A vaga era para empregada de quartos, de um hotel e eu precisava muito daquele emprego, pois o meu marido estava desempregado e os meus filhos andavam na escola.
Fui seleccionada e convidada a comparecer nesse dia a tarde, para aprender todo o serviço.
Pois eu entraria no dia seguinte e o hotel nesse dia recebia um grupo grande de pessoas importantes.
Claro que nesse dia a tarde, lá estava eu para aprender o serviço e não me pareceu difícil.
No dia seguinte, de manhã, lá estava eu no hotel, para pegar ao serviço.
Era o meu primeiro dia e eu estava um pouco nervosa, mas depois de vestir o meu uniforme, lá fui eu.
O chefe de quartos destinou-me os quartos 67, 68 e 69 e eu fui prepara-los, pois os hospedes importantes chegariam ao inicio da tarde.
Estava eu já a terminar o terceiro quarto, limpando o pó a uma estátua, quando senti uma mão a apalpar-me o rabo.
De imediato tirei aquela mão do meu rabo e assustada, olhei para trás.
Era o hospede que havia chegado mais cedo e olhando para mim sorriu e voltou a acariciar-me o rabo.
Eu pedi-lhe para estar quieto, porque aquele era o meu primeiro dia de trabalho e eu só estava ali para cumprir o meu dever.
Ele puxou-me abruptamente por um braço, virando-me para ele e abraçando-me com força com os seus dois braços, juntando forçadamente os nossos dois corpos e sussurrou-me ao ouvido: 
- Escuta bem o que eu te vou dizer, se te armares em menina séria, eu faço queixa de ti, vou-me embora e o meu grupo já não entra neste hotel. E como o teu chefe me deve alguns favores, tu vais para a rua.
Eu não podia perder aquele emprego, ainda por cima porque eu tinha a perfeita noção que não fiz nada de mal.
De seguida e em cima do meu silencio, ele levantou o meu uniforme, com uma mão e com a outra acariciou todo o meu rabo e prosseguiu:
- Mas se fores uma boa menina, eu peço ao teu chefe para tu seres a única criada a entrar no meu quarto e no final dou-te uma prenda de dez ordenados. Sempre que entres no meu quarto, tiras as tuas cuecas antes de entrar. Tens de vir pronta para todo o serviço.
De seguida segurou nos meus punhos cruzados e encostou-me á parede do quarto e continuando a segurar nos meus punhos cruzados, tentou dar-me um beijo.
Eu desviei a cara e de seguida olhei para ele com um olhar contrariada, mostrando-lhe que não gostava daquele momento.
Nessa altura ele olhou para mim, retirou as minhas mamas de dentro do uniforme, enrolou o meu uniforme debaixo para cima, deixando visível as minhas cuecas e acariciou-me as mamas, torceu-me os mamilos e acariciou a minha cona, por baixo da cueca, enquanto quis.
Eu continuava com o meu rosto fechado e quando ele me largou os punhos, eu coloquei as minhas mamas dentro do vestido e desenrolei-o, cobrindo de novo a minha cueca.
Nesse momento ele voltou a segurar nos meus punhos cruzados e tentou, de novo dar-me um beijo.
Eu voltei a desviar a cara e novamente repeti o olhar de contrariada, mostrando-lhe que continuava a não gostava daquele momento.
Ele olhou de novo para mim, sorriu, retirou de novo as minhas mamas de dentro do uniforme, enrolou de novo o meu uniforme debaixo para cima e baixou-me as cuecas, deixando visível toda a minha cona e o meu rabo.
De seguida voltou a acariciou-me as mamas, torceu-me os mamilos e penetrou o terceiro dedo, da sua mão na minha cona, durante uns minutos.
No quarto existia um silencio profundo onde só se ouvia o chalrear dos pássaros, na rua e ele foi repetindo este seu comportamento por mais sete vezes.
Eu estava assustada, revoltada e não sabia o que fazer, quando eu rejeitei a sua ultima tentativa de me beijar, ele torceu-me os punhos, fazendo-me ajoelhar e dizendo-me:
- Vais aprender a ser uma boa menina.
Tirou o seu pau para fora das calças e continuou:
- Vamos, não tenhas medo, ele não te faz mal. Segura-o, dá-lhe umas festinhas com a tua língua e mete-o na boca. Se fores uma boa menina e o mamares todo, ele dá-te leitinho a boca e tu vais á tua vida.
Para mim a sua questão estava fora de hipótese e mantive-me ali quieta, olhando fixamente para ele com o olhar revoltado.
Ele segurou nos meus cabelos, deu-me uma forte chapada e tentou colocar o seu pau na minha boca.
Eu confesso que nunca tinha mamado um pau e na minha ingenuidade, nem sabia como o fazer.
Eu serrei os dentes e fechei os meus lábios.
Ele sorriu, deu-me três fortes chapadas e tapou-me o nariz.
Ao fim de algum tempo fui obrigada a abrir a boca e ele penetrou o seu pau na minha boca.
O seu pau penetrava a minha boca a velocidade e á profundidade que ele queria.
Eu tentava não reagir a tudo o que sentia, mostrando assim que não queria aquele momento e que só estava ali para fazer o meu trabalho.
A sua penetração na minha boca era intensa, repentina e profunda.
A minha garganta sentia a ponta do seu pau em cada penetração que ele fazia e ele parecia estar-se a satisfazer com a minha boca.
Os normais engasgos da minha garganta pareciam não afectar aquele homem que estava ali diante de mim, somente para sentir prazer.
Após alguns minutos de penetrar o seu pau na minha boca, conforme quis e desejou, ele retira o seu pau da minha boca.
Quando eu descansava daquele terrível momento, sinto o meu cabelo puxar-me para cima e sem que eu mesmo fizesse algo, fiquei em pé.
Ele acabaria de me ter posto em pé, apenas com o puxar dos meus cabelos.
De seguida ele deu-me uma forte chapada e esfregou lentamente a sua mão na minha cara.