FILHA DE UMA AMIGA AOS MEUS PÉS

Numa tarde de verão a filha de uma amiga disse algo sobre mim, sem me conhecer.
O Gresopio, meu marido fez dela sua submissa e concedeu-lhe um desejo.
Ela escolheu ter sexo anal com o seu Dom, mas para isso Gresopio mandou-a adorar-me os pés.
Susana era a filha de uma amiga nossa, que mais tarde se veio a revelar numa boa namorada, para o casal.
Voltando aquela tarde, ela lavou-me os pés e pediu-me perdão por me ter injuriado sem razão, cumprindo assim as ordens do seu Dom.
Passados alguns minutos, Gresopio estendeu um colchão na sua sala de massagens e me pediu para eu me deitar nele.
Eu deitei-me no colchão, descalça e de barriga virada para cima, enquanto Susana começou por acariciar carinhosamente cada um dos meus pés.
Susana começou por me lamber cada um dos meus dedos, de forma dedicada e carinhosa.
Eu sentia uma agradável sensação em sentir a sua língua na parte inferior dos dedos dos meus pés.
Ao mesmo tempo que Susana me lambia a parte inferior dos dedos dos meus pés, eu própria sentia e reagia tentando apanhar a sua língua com o mexer dos meus dedos.
Neste momento, confesso que já tentava imaginar qual seria a sensação de sentir a sua língua, em outras zonas mais abaixo no pé.
O momento começava a aquecer e Susana apercebendo-se disso mesmo, foi-me dando leves e suaves dentadinhas na batata do pé.
Eu confesso que para mim foi um dos grandes momentos da tarde e quase me masturbei.
A sua língua foi carinhosamente descendo, na sola do meu pé e as sensações de satisfação iam naturalmente surgindo.
Eis que Susana resolve começar por mordiscar a zona da curva do meu pé e o calcanhar.
Aí confesso que perdi todo o controlo e apesar de tapada, a minha cona masturbou-se toda por completo.
Eu sentia a cueca colada a minha cona por consequência dos fluidos por mim soltados.
Não aguentando de tanto prazer, eu comecei a soltar os meus primeiros gemidos, daquela tarde.
Susana ao sentir o meu prazer, intensificou as suas deliciosa mordiscadelas, provocando-me ainda um maior prazer.
A minha cona começava a ficar inundada de esporra e começava a ser visível nas minhas calças a mancha do meu momento de prazer.
Envergonhada com o acontecido, eu pedi a Susana que me deixasse virar de barriga para baixo.
Depois de eu me vira, Susana continuou a mordiscar carinhosamente todo o meu calcanhar.
Os meus gemidos intensificavam-se a cada dentadinha carinhosa dada por Susana.
Ela não se fazia de rogada e provocava cada vez mais os meu orgasmos.
A sua mãe que estava presente e assistia ao fundo do quarto, sentada numa cadeira,  também ela, acariciava a sua vagina e começava a soltar os seus tímidos gemidos.
Aquele era verdadeiramente um prazer vivido a três, apesar de somente eu e Susana estarmos envolvidas naquele fantástico momento podolatra.