ESPOSA PAGA DIVIDA DO CASAL

Tudo começou porque nós temos uma divida de 50.000€ que deixamos de pagar a prestação, porque eu fiquei desempregada.
Ainda tentámos um acordo com a empresa credora, mas esta não aceitou.
Nós dávamos tudo para resolver este problema e pagar esta divida. 
Numa tarde de uma segunda feira de Maio, quando o Gresopio estava a viajar por motivos profissionais, alguém bateu a porta e eu fui abrir.
Era o cobrador de dividas que vinha cobrar 
Eu mandou-o naturalmente entrar e ambos nos sentamos numa mesa para conversar.
O cobrador era um homem feio, gordo e que aparentava ter idade para ser meu pai.
Gresopio estava em viagem de trabalho, no estrangeiro e só voltaria no próximo sábado de manhã.
O cobrador exigia o pagamento total, nos próximos três dias.
Eu expliquei que nós não teríamos como pagar esse valor, de uma só vez e em tão pouco tempo.
O cobrador explicou-me que caso o pagamento não fosse efectuado, nós perderíamos o carro e a casa.
Eu voltei a explicar ao cobrador que nós não teríamos como pagar esse valor, em tão pouco tempo e que o Gresopio se encontrava em viagem de trabalho.
Acrescentei ainda:
- Nós somos pessoas sérias e só deixamos de pagar a prestação porque se tornou impossível. 
Foi nesse momento que o cobrador colocou a sua pasta em cima da mesa e me disse:
- Bom, que o casal não consiga pagar a divida, eu acredito. Mas a senhora pode pagar e eu ajudo-a.
Eu perguntei, inocentemente:
- Como?
O cobrador levantou-se veio até mim, acariciou-me o ombro e disse:
- A senhora tem uma enorme beleza, se dividir um pouco da sua beleza comigo, eu mesmo pagarei a sua divida.
Eu não tinha outra solução, pedi-lhe para se sentar.
Levantei-me, coloquei-me á sua frente e comecei a despir-me de forma provocadora e sensual.
Á medida que eu ia despindo cada uma das peças de roupa, do meu corpo, eu ia atirando-as na sua direcção.
O cobrador começou a desapertar os botões da sua camisa, abriu a breguilha das suas calças e puxou o seu pau para fora.
O seu pau estava grande, grosso e com a pele da sua cabeça, arregaçada.
O tamanho do seu pau era um pouco maior que um palmo da minha mão.
O cobrador não desviava o seu olhar atento, de todo o meu corpo.
Eu olhando-o fixamente nos olhos e com algum receio do que poderia acontecer, aproximei-me dele com um andar sensual e coloquei o meu pé sobre o seu pau.
O meu pé fez o seu pau rodar para a esquerda e para a direita de forma vagarosa e roçando toda a sola do meu pé, nele.
De seguida sentei-me ao seu colo, abracei-o e beijei-o.
Enquanto eu o beijava, ele acariciou-me as mamas, descendo com a sua mão até ás minhas coxas e subindo lentamente até a minha cona.
Após algumas caricias na minha cona, eu comecei a relaxar e um dos seus dedos penetrou a minha cona, fazendo o normal movimento de penetração.
Começando a sentir algum prazer, eu acariciei o seu peito por dentro da camisa, desci com a  minha mão até ao seu pau e acariciei-o.
Passados alguns minutos, eu desci entre as suas pernas e ajoelhei-me entre elas, começando por lamber todo o seu pau.
A minha língua percorria cada centímetro do seu pau e eu sentia na minha língua, os seus primeiros fluidos. 
De seguida coloquei o seu grosso pau, dentro da minha boca e comecei a chupa-lo e a mama-lo, lentamente.
O seu pau preenchia toda a minha boca e ele ia dando piropos e chamando-me nomes como se eu fosse sua propriedade.
A grossura do seu pau era idêntica ao diâmetro dos meus quatro dedos da mão.
Ao fim de algum tempo de estar a mamar o seu pau, eu senti a sua mão segurar-me na cabeça e empurra-la para si.
O seu pau entrou todo dentro da minha boca e eu senti a cabeça do seu pau, no inicio da minha garganta.
Depois de repetir este procedimento três vezes, o cobrador rodou o meu corpo, colocou-me na posição de gatas e eu senti o seu pau entrar pela minha cona a dentro.
Inicialmente e durante alguns minutos eu senti o seu pau a penetrar a minha cona a uma velocidade estonteante e parecia entrar todo na minha cona.
Eu estava presa debaixo do seu corpo e as suas penetrações eram feitas com sentimento e prazer.
Eu ali estava, traindo o meu marido e sobre o domínio daquele homem, que me acariciava todo o meu corpo e me fodia de forma fugaz.
Os nossos gemidos rasgavam o silencio existente na sala.
Depois de me mudar e me foder em várias posições, o cobrador saiu de cima de mim, deixando-me ali no chão nua e exausta.
Antes de sair, acrescentou que me iria querer ter mais três vezes, para que o empréstimo ficasse completamente saudado.
Eu dei-lhe o meu numero de telemóvel e pedi-lhe para que não contasse nada ao meu marido.
Ele sorriu e saiu.