PARCEIRAS NO BROCHE

Um dia estávamos num bar liberal, eu, o meu dono e uma amiga, chamada Teresa. 
Teresa tinha um fascínio pelo meu dono, que era visível a qualquer e um e naquele principio de noite, ela já estava agarrada a ele, mimando-o e beijando-o na boca com longos linguados.
Ela estava sentada ao lado do meu dono, descalça com os seus pés debaixo do rabo, em cima da cadeira.
Os seus sapatos estavam no chão ao meu lado e eu de joelhos aos pés do meu dono, como é normal. 
Nós conversávamos, enquanto eu acariciava e massajava os pés do meu dono. 
A uma determinada altura o meu dono inclina-se sobre Teresa e os dois segredam algo que eu não consegui ouvir. 
Os dois sorriram e a nossa amiga acenou com a cabeça, como dizendo que sim. 
A conversa continuou animada e nós falávamos e riamos. 
Eis que o meu dono me ordena que o dispa da parte de baixo. 
Eu sem questionar a sua ordem, tirei-lhe as calças e os boxers, voltando naturalmente para os seus pés. 
De repente o meu dono diz-me: 
- Beija-me e lambe-me os pés. 
Quero sentir a tua boca a lavar-me os pés. 
Eu de imediato cumpri as suas ordens e comecei por lamber cada um dos dedos dos seus bonitos pés. 
Pois eu sei que nasci para satisfazer todos os prazeres, caprichos do meu dono.
Como também para cumprir todas as suas ordens.
A nossa amiga levantou-se e sem se importar com todos os que estavam na sala, tirou a sua blusa, a saia e as cuecas e logo se sentou ao colo do meu dono, cavalgando e beijando-o. 
As belas e elegantes mamas de Teresa esborrachavam-se no peito do meu dono e ele pressionava cada vez mais o seu rabo, contra si. 
Eu continuava ali, de joelhos simplesmente a adorar os pés ao meu dono e a ver o prazer sentido por ambos.
O meu dono mandou-me ir ao bar buscar mais um whisky e eles ali ficaram com os seus momentos de prazer.
Teresa galopava loucamente no pau do meu dono, diante de todos e sem qualquer tipo de vergonha.
Os pés de Teresa assentes no chão somente na zona dos seus dedos, davam aos seus calcanhares uma forma arredondada e sensual. 
Eu cheguei, entreguei o whisky ao meu dono e voltei para os seus pés.
Passados alguns minutos e sem que o meu dono me mandasse e sem que ele desse por isso, eu comecei a lamber em conjunto, os seus pés e os lindos pés de Teresa. 
Teresa cavalgava bravamente no colo do meu dono, enquanto soltava selvagens gemidos, verdadeiramente sentidos. 
O delicioso pau do meu dono, aparecia e desaparecia entre os lábios vaginais de Teresa. 
Eu comecei a subir a minha língua pelas elegantes pernas de Teresa, até chegar ao seu ânus. 
Eu continuei a lamber e a minha língua percorria carinhosamente todo o ânus de Teresa e por vezes entrava na sua cavidade. 
De seguida lambi a sua vagina molhada e o pau do meu dono, que continuava a penetra-la de forma selvagem. 
Eis que os dois param, o meu dono tira o seu pau da vagina de Teresa e ela sai de cima do meu dono. 
O pau do meu dono estava grande, grosso e todo esporrado. 
Ele ordenou-me que eu o limpasse . 
Eu prontamente mamei todo o seu pau, limpando e engolindo todos os bocadinhos de esperma que encontrava. 
Após alguns minutos e depois do pau do meu dono estar todo limpo, Teresa ajoelhou-se ao meu lado, sorriu para mim e ambas lambemos todo o pau do meu dono. 
As nossas línguas entrelaçavam-se a cada momento que se encontravam, durante o sobe e desce no pau do meu dono. 
Assim estivemos ali algum tempo mamando o meu dono em conjunto e trocando beijos e caricias entre nós.