- Amor, hoje venho mais tarde para casa, porque teu primo pediu-me para o ajudar num trabalho de bricolage em casa dele.
Eu aceitei normalmente e disse-lhe que tudo bem.
Passados alguns minutos recebi uma mensagem do meu primo, que dizia:
- Olá prima, estou á tua espera no motel na cidade, no quarto 69.
Eu despachei-me, meti-me no carro e lá fui eu em direcção á cidade.
Eu sabia onde era o motel, porque nós costumamos lá ir.
Eu sabia onde era o motel, porque nós costumamos lá ir.
Chegada ao motel, entrei no quarto, e vi que o meu primo estava deitado em cima da cama, todo nu.
Eu despi-me e caminhei sobre a cama em direcção aos braços do meu primo.Depois de alguns beijos de língua, ele começou a lamber todo o meu peito e a acariciar levemente a minha vagina.
Os movimentos eram calmos e circulares, excitando-me a cada segundo que o ponteiro do relógio marcava.
A sua língua circundava lentamente e carinhosamente cada um dos meus mamilos, provocando em mim um desejo enorme de ser possuída.
Eu parecia estar no paraíso e a sua língua húmida deslizava em todo o meu corpo, transportando-me para outro planeta.
Ele passeava a sua língua húmida desde dos meus lábios, até á ponta dos meus pés, percorrendo todas as zonas do meu corpo e não abdicando de dar aquelas lambidelas deliciosas nos meus lábios vaginais.
Nos meus pés, ele lambia levemente e calmamente todas as minhas solas e fazia pequenos intervalos, deslizando a sua língua entre cada um dos meus dedos.
Eu começava a ficar molhada e a soltar os meus primeiros gemidos.
Ele insistia em não parar, provocando-me cada vez mais prazer e desejo.
Quando eu pensava já ter tido todo o tipo de prazer, o meu primo resolveu surpreender-me.
Ele começou a deslizar a sua língua no sentido inverso, dos pés para a cabeça e quando estava a lamber o meu peito, segurou-me nas minhas mãos, colocando-as em cima da minha cabeça.
Foi aí que ele deslizou a sua língua húmida nas minhas axilas, proporcionando-me assim um prazer que eu nunca havia sentido.
De seguida ele deitou-se ao meu lado e disse-me com um sorriso nos lábios:
- Vamos querida, mostra-me o que a tua boca sabe fazer.
De seguida e começando nos seus lábios sensuais, comecei a lamber cada milímetro do seu belo e elegante corpo, acarinhando sempre o seu lindo e belo caralho.
Calmamente e carinhosamente fiz questão de lhe mostrar que eu também sabia adorar uns lindos pés e a minha boca não se fez de rogada.
A minha língua também fez questão de passear em todo o seu corpo e chegada á zona genital, entretive-me a lamber e chupar cada um dos seus colhões.
Coloquei-os dentro da minha boca, como se de duas bolas de gelado se tratassem e chupei-os e suguei-os até ao seu verdadeiro limite.
O meu primo gemia, como nunca vi um homem gemer e o seu pau começava a soltar fluidos.
Eu começava a ter vontade de provar o verdadeiro sabor dos seus fluidos.
Depois cheguei-me novamente para o seu lado e lambi todo o seu belo tronco.
Entre piropos e gemidos, o meu primo parecia já estar em outra galáxia e eu mal havia começado.
O desejo em mim era abundante e eu sentia que estava diante de um homem a quem poderia fazer tudo, sem receios de pensamentos injuriosos ou até mesmo de tabus.
A minha língua começou a lamber o seu belo pau, em todo o seu cumprimento.
De seguida lambi toda a sua linda e saborosa cabecinha.
Nesse momento eu coloquei o seu lindo caralho, dentro da minha boca e mamei-o carinhosamente.
Apesar de gostar de mamar um bonito caralho, confesso que nunca o fiz ao meu marido, porque certamente ele não entenderia o meu gosto.
E certamente até pensaria algo sobre mim.
Depois daquele delicioso broche, ao meu primo, eu subi para cima dele e tive longos minutos a galopar com ele bem penetrado na minha cona.
Molhei-me toda e fiz o meu primo se esporrar todo dentro da minha cona.
De seguida ele colocou-me debaixo dele e voltámos a foder, como se nunca o tivéssemos feito.
Confesso que sentia um calor por mim a cima e só desejava ser possuída selvaticamente.
Passaram-se algumas horas e nós estivemos naquele quarto, rendidos completamente ao prazer.
Depois de sairmos do motel, regressei a casa.
Passadas duas horas chegou o meu marido, que me disse que o meu primo lhe tinha acabado de ligar a dizer que os trabalhos de bricolage teriam de ficar para outro dia, porque ele tinha tido um dia muito exigente.


