Jantar esse que serviu para o casal de amigos combinarem o conteúdo básico que Deusa Divina desejava para a realização da sua fantasia e de mais um desejo que rodeava Deusa Divina.
Nesse mesmo jantar fora combinado entre ambos, que a partir do momento que o casal de amigos entrasse na sala de BDSM, ele passaria a ser o Dom Gresopio e ela a submissa.
Chegados á Open House o casal de amigos dirigem-se para a sala de BDSM.
Deusa Divina despe-se totalmente e Dom Gresopio prende-a ao X.
Deusa Divina tinha realmente um corpo onde todos os seus detalhes sobressaiam com enorme beleza.
Dom Gresopio pega num chicote e chicoteia as belas e elegantes costas da submissa.
Seguidamente Dom Gresopio acaricia as costas da sua submissa, aplicando-lhe com satisfação, três fortes palmadas no rabo.
Rabo que para além de ser belo e bem definido acabava de ser, para Dom Gresopio, bastante delicioso e que fundamentava outros tipos de prazer.
Dom Gresopio ajoelha-se e lambe todo o rabo da sua submissa, no local onde anteriormente, havia-lhe aplicado as palmadas.
Dom Gresopio volta a chicotear as costas da sua submissa.
Deusa Divina saboreava o prazer proporcionado por Dom Gresopio.
Cada curva do corpo da Deusa Divina era sinonimo de beleza e encanto.
A elegância corpo da submissa de Gresopio, voltava a sobressair do X.
Dom Gresopio pega numa raquete e realiza um momento de spanking, no rabo da sua submissa.
Após algumas raquetadas e depois do rabo da submissa se encontrar avermelhado, Dom Gresopio acaricia o sensual rabo da submissa.
Dom Gresopio volta a pegar no chicote e chicoteia, desta vez, o rabo da sua submissa.
Dom Gresopio volta a acariciar o rabo da sua submissa.
Passados pouco mais de vinte minutos de prática de Spanking, Dom Gresopio vira a sua submissa, no X, ficando ela presa com as costas encostadas ao X e os peitos virados para Dom Gresopio.
A visão era agora ainda mais perfeita para Dom Gresopio.
A submissa Deusa Divina mostrava com todo o seu fulgor, a sua extrema e elevada elegância.
Os olhos de Dom Gresopio admiravam discretamente cada milímetro de beleza do corpo da sua mais recente e bela submissa.
Dom Gresopio acaricia todo o belo corpo da sua recente submissa.
Dom Gresopio não resiste e acaricia os fabulosos peitos da submissa.
Dom Gresopio humilha a sua submissa, aplicando-lhe três chapadas, na face direita, do rosto da submissa.
A submissa Deusa Divina continuava a sentir verdadeiros momentos de prazer e a sua vagina começava a ficar húmida, soltando alguns fluidos.
Mas o prazer ainda não havia terminado e Dom Gresopio tinha reservado mais um grande momento de puro prazer para a sua submissa Deusa Divina.
Dom Gresopio diz a sua submissa que havia chegado a hora de ela receber um momento de waxplay.
Waxplay era o único momento que deixava Deusa Divina apreensiva com o receio de se queimar com o quente da cera derretida das velas.
Mas como havia sido combinado antes do inicio do momento de BDSM, entre Dom Gresopio e Deusa Divina, a confiança seria a base de todo e qualquer momento que acontecesse dentro daquela sala.
Dom Gresopio pega em velas e pratica wax play nos peitos da sua submissa.
Dom Gresopio passa gelo nos peitos da submissa.
Dom Gresopio pega numa faca enorme e mais uma vez Deusa Divina sente um receio no momento que se seguiria.
Mas lembrando-se da palavra essencial, acordada naquele momento de BDSM, Deusa Divina confia mais uma vez em Dom Gresopio e espera a chegada do momento seguinte.
A enorme faca servia somente para retirar a cera dos peitos da submissa.
Terminado o momento de BDSM Dom Gresopio e a submissa regressaram a sala principal. Pois faltava ainda viver o último momento da noite, previsto no jantar.



