GANSBANG COM AMIGOS

Numa noite de Abril eu e a Mel estávamos na Open House com um grupo de amigos.
Todos estávamos a beber o nosso copo, quando eu resolvi levantar-me e premiar o Gresopio e os nossos amigos com um streap tease.
Pedi ao Gresopio para colocar a musica e comecei a despir peça a peça.
Há medida que ia despindo uma peça de roupa, passava por um amigo, segurava-lhe na mão, fazia-o acariciar o meu corpo, beijava-o e deixava-lhe a peça de roupa.
Quando fiquei toda nua os nossos amigos levantaram-se a aplaudir-me e o Gresopio sugeriu que todos eles se despissem.
Eles despiram-se e colocaram-se todos a minha volta, fazendo uma roda, comigo no meio.
Eu dirigi-me ao Gresopio, acariciei-lhe o pau, rocei o meu rabo no seu pau e dei-lhe um beijo na boca.
Gresopio segurou-me numa mão e passou-me ao David que estava do seu lado esquerdo.
Eu fiz ao David o mesmo que havia feito ao Gresopio e assim fui passando de amigo em amigo, at´r chegar ao Cristiano.
Eu beijei cada um deles, acariciei todos os seus paus deliciosos e rocei o meu rabo em todos eles, que já estavam bastante entesados.
Regressei ao Gresopio, ajoelhei-me e comecei a mamar o seu pau.
A minha boca delicia-se cada vez que sentia a saliência das suas veias daquele caralho lindo e saboroso.
Todos eles apertaram ligeiramente a roda e enquanto uns me acariciavam as mamas, outros acariciavam-me o rabo e a cona que começava a ficar bastante húmida.
Ao fim de uns minutos o Gresopio desviou-se para o lado e o David tomou o seu lugar colocando-me o seu pau na boca, para eu o mamar.
O pau do David é grande e grosso e preenche toda a minha boca, sem exageros.
A seguir mamei o pau do Nuno que para mim é um caralho bonito, de tamanho normal e com um gosto delicioso.
Os nossos amigos iam trocando e os paus foram trocando e todos eles me entraram deliciosamente na boca para que eu os mamasse.
Cada um deles tem o seu requinte.
Eu estava a adorar aquele fabuloso bufete de paus deliciosos.
O Gresopio pega-me ao colo, de cabeça virada para baixo e começa a lamber a minha cona, enquanto eu me deliciava a mamar o seu pau, como se estivesse a fazer o pino.
De seguida passou-me ao David.
Quando o Nuno me passou ao Daniel, estávamos nós no 69, quando o Rui surpreendeu-me.
Em conjunto com o 69 do Daniel, o Rui lambendo-me todo o olho do cu, penetrando toda a sua língua húmida, nele, como se fosse o seu pau.
Mais uma vez eu passei de colo em colo e todos os nossos amigos fizeram um delicioso 69 comigo.
Quando o Cristiano, que era o ultimo amigo da roda, me colocou no chão, o Gresopio levou-me para a mesa e me colocou com os peitos em cima da mesa.
Gresopio penetrou todo o seu delicioso pau na minha cona e fodeu-me até a exaustão.
Enquanto Gresopio me fodia a cona, David ofereceu-me o seu belo pau, colocando-o na minha boca.
Quando Gresopio saiu, depois de se esporrar todo, dentro da minha cona, David trocou com o Nuno e colocou ele o seu maravilhoso pau dentro da minha cona.
Todos os nossos amigos foram naturalmente rodando e o prazer era intenso para todos nós.
Uns fodiam-me a cona com carinho e saber, outros iam-me fodendo a cona a uma velocidade mais rápida.
Na verdade todas as fodas eram saborosas, apesar de cada uma ter o seu gosto especial.
A noite avançava e Cristiano penetrou-me o seu pau a uma velocidade estonteante, enquanto eu gemia com gemidos ensurdecedores como não me lembro de gemer muitas vezes.
Depois do Cristiano se esporrar todo na minha cona, Nuno deitou-se no chão, aos nossos pés e puxou-me para cima dele.
Eu galopava entusiasticamente no pau de Nuno, quando resolvi deitar o meu corpo sobre o dele, e saboreando intensamente a sua penetração na minha cona, beijei-o num longo beijo de língua.
Gresopio ajoelhou-se por trás de mim e penetrou todo o seu pau no meu cu.
O meu prazer intensificava-se e eu não conseguia decifrar onde sentia mais prazer.
Se seria na maravilhosa penetração vaginal de Nuno, se seria na maravilhosa penetração anal de Gresopio.
David ajoelhou-se a minha frente, pegou-me nos cabelos e levantando ligeiramente o meu tronco, deu-me o seu saboroso pau a boca, para que eu o mamasse.
Os prazeres que eu sentia no meu cu, na minha cona e na minha boca eram diferentes, mas todos eles igualmente saborosos.
Todos os nossos restantes amigos se ajoelharam dos meus dois lados e me acariciaram o peito e as costas, enquanto eu era possuída pelo David, pelo Nuno e pelo Gresopio.
Os ponteiros do relógio avançaram e Nuno, David e Gresopio ofereceram-me novamente todas suas deliciosas esporras.
No final da noite e já exausta deitei-me no chão de barriga virada para cima e todos os nossos restantes amigos lamberam o meu corpo, limpando assim tos os vestígios de esporra depositados em mim, naquela noite.