ASSALTO GAFANHOTO

O casal Gresopio chega em casa, depois de uma noite de diversão e prazer. 
Depois do casal entrar em casa, os dois apercebem-se que está alguém na sala. 
Eles dirigem-se silenciosamente a sala e a sua entrada, um dos assaltantes tenta agarrar Gresopio. 
Gresopio reage contra a investida do assaltante, atacando-o.
O outro dos assaltantes dá uma forte coronhada, na cabeça de Gresopio. 
Gresopio desmaia e cai no chão. 
Mel fica muito assustada, começa naturalmente a gritar.
Um dos assaltantes dirige-se para Mel, agarrando-a por trás e tapando-lhe a boca, com a sua mão.
Mel tenta-se soltar e dizendo que não com a cabeça.
Mas o assaltante não cedia á vontade de Mel.
De forma abrupta e decidida um dos assaltantes despe Mel, rasgando-lhe toda a roupa que ela trazia vestida no seu corpo.
De seguida o mesmo assaltante, apalpa Mel, contra a sua vontade, dizendo: 
- Uhmmm! 
- Vejam pessoal o docinho que temos aqui. 
- Vais dar-nos esse teu corpinho de sereia e satisfazer-nos a todos, sem hesitações...
Mel esperneia com raiva, tentando atingir um dos assaltantes, para tentar fugir.
Pois ela mostrava ter nojo das mãos do assaltante a tocar no seu corpo.
Mel vivia um autentico momento de terror e pânico.
Depois de Mel completamente nua, o assaltante coloca-a de gatas com a ajuda do outro assaltante. 
- Um dos assaltantes levanta Gresopio e senta-o numa cadeira, amarrando-o numa cadeira e amordaçando-o. 
Enquanto o outro dos assaltantes acariciava forçadamente todo o corpo de Mel, dizendo-lhe:
- Vamos-te largar e vais dar-nos esse teu corpinho em silencio, senão matamos-te o querido maridinho.
Mel cospe na cara do assaltante e este reage dando-lhe uma valente chapada na cara.
Os assaltantes colocam Mel de joelhos e obrigam-na a mamar os pénis deles os três.
A cabeça de Mel era empurrada contra cada um dos caralhos dos assaltantes.
Passados alguns minutos um deles exclama:
- Ah puta, tens uma boquinha deliciosa e uma garganta apertadinha.
- Vou-me esporrar todo nessa tua garganta.
Mel engasgava-se consecutivamente, mas nem isso fazia os assaltantes pararem de introduzirem os seus pénis na boca de MEL.
Gresopio acorda amarrado e amordaçado na cadeira.
Após alguns minutos, um dos assaltantes coloca-se de joelhos, atrás de Mel e diz-lhe, acariciando-a: 
- Vá putinha, vamos, abre esse teu cuzinho e geme que é para o cabrão do teu marido, ver como reages quando tens um verdadeiro homem dentro de ti. 
O assaltante penetra o seu grosso pénis, sem dó nem piedade, no ânus de Mel. 
Mel começa a chorar...
O assaltante com um tom zangado diz a Mel:
- Vamos puta, em vez de corares, geme.
Mel recebe um forte sexo anal, do assaltante que se delicia com o ânus apertado de Mel.
Mel continua a chorar e a gritar.
O outro assaltante, sem hesitar penetra-lhe o seu pénis na boca de Mel, calando-a de imediato. 
Mel sentia-se duplamente penetrada, sem qualquer hipótese ou capacidade de reagir á fúria e ao desejo daqueles dois assaltantes.
Um penetrava o ânus de Mel sem qualquer cuidado ou demonstração de afecto.
O outro penetrava profundamente a sua boca, até a cabeça do seu pénis embater na garganta de Mel. 
Mel estava assim a ser fortemente penetrada ao mesmo tempo, por dois, dos assaltantes. 
Um dos assaltantes diz a Gresopio:
- Vês cabrão como a puta da tua mulher gosta de ser possuída?
- Aprende com dois machos, como a tua puta gosta de ser tratada.
Mel chorava.
O assaltante que fazia sexo anal a Mel, intensifica a sua penetração, agarrando-a pelos cabelos.
Mel chora de dor, olha para Gresopio vendo que não o consegue ajudar.
Passados alguns minutos um dos assaltante deita-se no chão, agarra num dos braços de Mel e diz-lhe:
- Vá puta, vem cavalgar no meu caralho. 
Os outros dois assaltantes pegam na Mel e colocam-a sobre o terceiro assaltante. 
Mel ficava agora a ser violada pelos três assaltantes. 
Um penetrava a vagina de Mel, outro penetrava-lhe o ânus e o outro penetrava a sua boca. 
Mel sente-se como que uma boneca nas mãos dos assaltantes.
Não tendo forças, nem reacção e sofrendo com toda aquela violência.
Após alguns minutos de penetração, o assaltante que estava a penetrar a boca de Mel, passa a penetrar a sua vagina em conjunto com o outro assaltante que estava deitado no chão. 
Mel chora e grita com mais força, dizendo:
- Por favor chega!
- Parem, não aguento mais.
Mel desejava que tudo acabasse e que os assaltantes se fossem embora.
Pois Mel queria apenas ir ter com Gresopio, desprende-lo, abraçá-lo e beija-lo.