Este mesmo seu amigo dizia gostar de tudo do fetiche do BDSM e chamava-se Carlos.
Dom Gresopio chamou a sua submissa Mel e ambos combinaram como seria o momento, baseado nos gostos e preferências da submissa Mel.
Mais tarde, já depois de jantar, Carlos chega a casa de Dom Gresopio e ambos iniciam o primeiro dialogo presencial.
Nesse mesmo dialogo Carlos referiu a Dom Gresopio que gostava de BDSM, mas que nunca teria experimentado.
Acrescentou ainda que a ideia de fazer sexo com uma mulher, amarrado, era algo que o fascinava.
A um determinado momento, Dom Gresopio manda chamar a sua submissa Mel e apresenta-lhe o seu mais recente amigo.
Os três seguem para a sala de BDSM e como Carlos tinha afirmado na rede social, ser adepto de BDSM, Dom Gresopio convidou-o para aquela noite iniciar o momento no X.
De seguida Dom Gresopio manda a sua submissa Mel amarrar Carlos no X.
A submissa Mel ao amarrar Carlos no X, ela roçou naturalmente com a ponta dos seus mamilos nas costas de Carlos.
Carlos gostou da sensação e começava a dar por bem empregue ter ido até ali, naquele dia.
Dom Gresopio ordena a submissa Mel que coloque uma mordaça em Carlos, mas com carinho.
A submissa Mel tira as suas cuecas e coloca-as dentro da boca de Carlos, colocando-lhe de seguida a respectiva mordaça.
Dom Gresopio agarra no chicote e oferece-o a sua submissa Mel, ficando ele com as canas.
Dom Gresopio e a submissa Mel deram um correctivo a Carlos.
Entre as chicotadas dadas pela submissa Mel, Dom Gresopio aplicava as suas canas.
As costas de Carlos começavam a aquecer de uma forma tortuosa, sem que tivessem uma marca ou um único arranhão.
As dores de Carlos eram incalculáveis e o prazer da submissa Mel e do Dom Gresopio eram completo.
A um determinado momento Dom Gresopio faz sinal a sua submissa e ela acaricia e lambe as costas de Carlos, enquanto Dom Gresopio se senta no cadeirão a fumar um cigarro e a assistir ao momento.
Carlos sentia nas suas costas as caricias e a ternura da boca da submissa Mel.
Passado alguns minutos, Dom Gresopio desamarra Carlos, enquanto a submissa Mel coloca o seu sinto e de seguida sussurra por trás dos ouvidos de Carlos:
- Então querido, gostas de fazer sexo com uma mulher amarrado?
Carlos responde afirmativamente e ela tira-lhe as cuecas, amarrando-o num cavalete.
Quando o Dom Gresopio autoriza, a submissa enraba profundamente Carlos, dizendo-lhe:
- Vá querido, vamos fazer sexo, só nós os dois
- Vou comer-te este rabinho todo, com o meu maior dildo.
Carlos sofria dores anais, mas derivado a estar amordaçado e com as cuecas da submissa Mel dentro da boca, a sua dor não era audível.
As penetrações anais de Mel eram violentas, rápidas e repetitivas e Carlos não conseguia ter o discernimento para implorar a paragem do doloroso momento.
O momento de penetração durou mais de vinte minutos.
O sofrimento de Carlos era notório apenas pelo momento em si.
No final do momento e depois de Carlos devidamente desamarrado, a submissa Mel sorriu, dizendo-lhe:
- Adorei papar-te o cuzinho.
- Espero ver-te em breve, para um momento mais intenso.


